Quarta-feira, Novembro 11, 2009

As reviravoltas turbulentas de 2009 – parte I



Se eu tentasse colocar títulos as últimos anos seria mais ou menos assim:
2006 – Renascimento
2007 – Encontros
2008 – Desencontros
2009 – Reviravoltas.
Sim, esse ano foi um ano de voltas e reviravoltas. De idas e vindas. De partidas e chegadas. Fui, voltei, encaixotei, desencaixotei. E nessas reviravoltas voltei a olhar quem eu sou. Quem construí , quem decidi ser.
Decidi ter amor próprio, decidi ser corajosa e acima de tudo decidi decidir e não mais ser decidida.
Com o aniversario chegando é o começo do fim desse ciclo que ainda nem terminou e já aponta outra reviravolta pra mim.


Na vitrola: Maria Rita - Despedida

Gabi às 10:00 AM

Sexta-feira, Julho 17, 2009

Eu e o tempo



Uma das coisas que mais surpreende na vida é o fato que realmente o tempo é o bem mais valioso que temos.
Nunca o possuímos de verdade e nunca somos ditadores dele.
É o tempo que passa por nós e não o inverso.
Eu como ansiosa e metida dou as vezes de tentar entender e programar o meu.
Eu disse tentar. E nunca consigo.
Ainda bem.
Porque o tempo tem sido generoso e muito bom pra mim.
Quando menos esperei, respiro aliviada de uma carga pesada que se foi.
Agora é tarde demais. E agora é cedo pra isso, sabe como é?
O tempo me sorri de volta.
Um novo tempo. Sempre.
Eu mereço!

P.S: Foto minha feita do céu de Brasília "traço do arquiteto".

Na vitrola: Morrissey- I'm so sorry! Essa é tudooooooooooooooo!!!!!!

Gabi às 3:16 PM

Domingo, Julho 12, 2009

Os Domingos do meu Rio!



Domingos são dias quase sempre chatos.
Tristes e os meus últimos tem sido nostálgicos!
Domingos são dias que eu quero estar onde não estou.
Se existisse o tal teletransporte minha vida teria sido tão mais diferente do que foi.
Hoje como os últimos, eu quis estar no Rio. Na ponte Rio-Niteroi ouvindo halo no radio e olhando o Rio...
O Rio é o grande divisor de meus momentos.
Quando estou nessa mesma ponte eu penso na minha Brasília e os domingos que eu passava de preguiça na cama, nos jogos de futebol com o falecido ou os temakis de noite com a tha.
Sonho com o domingo que virá.
Aquele que eu deseje estar onde estou e com quem estou.

P.S: Essa foto eu tirei da janela de casa. A melhor vista do Rio de Janeiro! Nem na urca, na casa do Roberto Carlos tem tá?

Na vitrola: Halo- Beyoncé

Gabi às 7:39 PM

A pequena grande sorte



Não nasci em berço esplendido, não nasci com os olhos azuis e nem com a genética magra do meu pai.
As coisas às vezes parecem propositavelmente mais difíceis na minha vez e sim o troco sempre acaba quando eu chego ao caixa.
Nunca ganho em jogos de sorte e sempre chove quando eu estou de blusa branca.
Mas graças a Deus eu tive a sorte de encontrar pessoas raras ao longo dessa historia.
Tenho uma irmã que adoro em toda a amplitude da palavra adorar.
Admiro respeito e amo com toda a capacidade que tenho.
Minha irmã mesmo não concordando com algumas escolhas ela sempre me ama. Ama me repreendendo, às vezes dura, mas ama com a delicadeza de me mandar uma mensagem no meio da tarde dizendo que me ama. Assim, simples.
Tenho uma mãe que é o melhor que ela pode ser.
Que me ensinou com seu próprio exemplo a ser uma mulher digna, respeitável e forte acima de tudo. Minha mãe casou com o seu grande amor e soube sobreviver à falta eterna dele. Me ensinou coisas mesmo não sabendo delas.
Tenho amigos que são co-autores da minha historia.
Tenho os melhores amigos do planeta dos melhores amigos.
Confesso que sem eles a vida pode ser feia na cidade mais linda do mundo!


Na vitrola: Adele - Make you feel my love

Gabi às 7:35 PM

Segunda-feira, Abril 27, 2009

O mundo ao meu redor


Mesa, isqueiro, canetas, webcam, maquina digital, incenso, tapetinho, cadeira, velas cheirosas, copo com água, celular.

Bem, no momento, aqui na sala da minha casa é só isso...
Atrás de mim tem um corredor e ao final dele, no meu quarto, eu tenho essa vista...

Morar só é ter que ficar em casa para algo ser concertado, é chegar em casa e cozinhar, comer e lavar só, em silencio.
É carregar as compras do mercado e colocar tudo no lugar, é lembrar de fechar a janela quando vai pra rua, é chegar em casa e ver tudo como você deixou ao sair.
É poder sair do banheiro e dançar no corredor nua.
É poder fazer o que quiser e quando quiser, sem dar satisfação pra ninguém.
É ter um orgulho imenso de olhar a porta e saber que aqui eu sou eu.

Na vitrola: Marisa Monte - Mais uma vez

Gabi às 2:19 PM

Terça-feira, Março 24, 2009

(Meus) Rios de Saudade...



Falta sempre algo.
Falta prato, panela de pressão, ralo da pia da cozinha, roupa de cama da Tok&Stok que eu tenho em casa.
Falta estar a 15 minutos de distancia e muitos abraços, toques e sorrisos.
Sinto falta até das brigas com a minha mãe e dos temakis de madrugada com a Thais.
A saga ainda continua...
Na vitrola: Beyoncé - Halo

Gabi às 9:53 PM

Terça-feira, Fevereiro 03, 2009

Os tanto túneis que cortam a vida...




Engraçado como Brasília não tem sequer um túnel, e perdi as contas dos túneis do Rio.
Antes das mil explicações arquitetônicas/urbanistas, eu tomo a licença poética torta para explicar...
Acho que o Rio precisa de pausas.
Precisa que fique escuro, sem aquela beleza que arde os olhos e enche o peito de ar.
Uma pausa para ouvir tanta buzina, comum, mas que a gente só percebe ali.
Assim se lembra de onde veio.
Eu, brasiliense, penso na Brasília que me dá conforto quando chego de viagem.
Ou a Brasília que abriga meus amigos amados que sentirei tanta falta.
Brasília não precisa de túnel.

P.S: foto tirada no túnel Rebouças, por mim mesma!

Na vitrola: Semisonic - Singing in my sleep

Gabi às 12:02 PM

Domingo, Fevereiro 01, 2009

Atenção!!! Atenção!!



Uma tempestade que vinha se formando ao norte do oceano Gabriélico há tempos, catastroficamente se aportou em minhas terras nesse Janeiro de 2009.
Fui varrida com seus ventos de tristeza, medo e quando enfim coloquei o rosto pra fora, eu descubro que o fim não é o caminho... Que o lance legal de toda a historia é o durante e não o resultado. Mas o fim ainda faz parte do caminho...
Confuso parece né? Bem, nem tanto!
Postarei os trechos do meu diário nessa semana.
Voltamos as atividades e vamo que vamo!
Na vitrola: Baby- Mutantes

Gabi às 12:41 PM

Quinta-feira, Outubro 02, 2008

O dia que eu comecei a usar Chronos



Já havia uns meses que eu notei o começo do drama...
Umas pintinhas na área dos olhos e um jeito cansado no olhar...
Troquei o sabonete, a dieta, voltei à massagem, bebendo 3 litros de água por dia, usando filtro solar e.. nada...
Nasci antes dos anos 80...
Então só podia ser isso... A idade.
Depois de ir ao dermatologista e descobrir que a minha cara de cansada é devido ao meu real cansaço e nada a ver com a minha idade, resolvi comprar um anti-idade.
Porra, nominho sem vergonha esse.
Anti-idade é sacanagem... é pó de pirlimpimpim em pote?
Não né?
Bem, voltando à mágica...
A proposta do cosmético é "atenuar e prevenir linhas de expressão e promover uma melhora no viço da pele", diz a propaganda e a minha cuidadora-mor, Edna.
Quem faz a minha unha, depilação e todos os mimos que eu mereço há tempos...
Cheguei em casa, tomei banho, lavei o rosto com um gel de limpeza com cheiro de perfume de homem, prendi o cabelo com a faixa e me pus a aplicar o gel no rosto e pescoço (sim, tudo se aplica no pescoço, aprendi!) e esperei... Olhei no espelho tentando inutilmente ver um resultado, que claro, não aparece assim tão rápido.
Pensei que todas as mulheres devem fazer isso com cremes novos.
Ou pelo menos as meio-malucas como eu...
Olhei e vi que eu sou bem bonitinha, antes e agora com as pintinhas.
Na vitrola: Carly Simon - You're so vain

Gabi às 11:53 PM

Domingo, Junho 22, 2008

Enfim chegou



Bem, chegou a hora de enfrentar o medo.
Torçam por mim!

Na vitrola: Norah Jones - Love me tender

Gabi às 9:53 PM

Domingo, Abril 13, 2008

Quanto tempo!



Muito tempo...
Tempo é uma coisa complicada pra mim.
Pra começar, eu levo a sério o tempo, talvez não deveria, mas já tentei em vão mudar.
Eu sou daquelas que cinco minutos são realmente 5 minutos.
Sou pontual e detesto esperar.
Nunca dei tempo a nada na vida e confesso que quando precisei, fiquei meio sem chão.
Dizem que a ansiedade é a angustia do tempo. Eu como ansiosa, concordo.
Eu dei um tempo do blog por que a vida fora dele me atropelou.
No momento que eu prometi a mim mesma que tiraria férias das emoções avassaladoras, tomei mais uma rasteira da vida.
Não que agora a vida lá fora está tranqüila, pelo ao contrario.
Cada dia mais louca.
Mas agora estou a espera de outro momento.
Dois longos meses me separam do futuro ou a falta dele.
Só me resta esperar e crer.
No tempo, em mim, e muito, em Deus!

Na vitrola: The Smiths - I'm sorry

Gabi às 9:09 PM

Sábado, Março 22, 2008

Começando a voltar



Decidi, neste primeiro dia do ano, escrever um diário. Não sei que razões me levaram a isso. Sempre me interessei pelos diários dos outros, mas nunca pensei em escrever um. Talvez depois de considerá-lo terminado quando?, que dia? — eu o rasgue, como fiz com um romance epistolar, ou o deixe na gaveta, para, depois de morto, os outros — nem sei quem serão, pois não tenho herdeiros — resolverem o que fazer com ele. Ou, então, pode ser que eu o publique.

"O bom diarista", disse Virginia Woolf, "é aquele que escreve para si apenas ou para uma posteridade tão distante que pode sem risco ouvir qualquer segredo e corretamente avaliar cada motivo. Para esse público não há necessidade de afetação ou restrição." Não me imporei restrições, porém sei que estarei sendo influenciado de várias maneiras, ao considerar a hipótese de ser lido pelos meus contemporâneos. Os autores de diários, qualquer que seja sua natureza íntima ou anedótica, sempre escrevem para serem lidos, mesmo quando fingem que ele é secreto. O Samuel Pepys, que codificou o seu diário, deixou pistas para ser decifrado.

Nesse gênero literário, o autor fala sozinho numa , espécie de solilóquio. Aqui, porém, não apenas a minha voz, a do protagonista, será ouvida, mas também as dos outros, deuteragonistas e tritagonistas. (Podem me chamar de pedante, mas que nomes posso atribuir a esses outros, a partir do momento em que me denominei protagonista?) Confesso que, ao realizar essa tarefa, pretendo me exercitar na técnica de escrever em forma dialogada. Há escritores, talvez eu seja um deles, que têm um certo preconceito contra o uso freqüente de falas para descrever interações entre dois ou mais personagens. O teatro não pode prescindir do diálogo e o cinema pode contar alguma coisa sem usar diálogos graças ao close e outros truques de câmera, no entanto o que o cinema pode nos dizer com imagens nunca tem a mesma riqueza de significados da narrativa literária. Acho que fiz todos os meus livros de ficção sem diálogos por não os ter usado no primeiro que escrevi, que fez aquele sucesso todo. Tentei repetir o mesmo formato. Mas aqui pretendo contar o que acontece usando diálogos. Tentarei reproduzir fielmente as expressões verbais de meus interlocutores. Ao fim do dia, após digitar os diálogos junto com uma descrição sucinta do cenário e das circunstâncias em que eles ocorreram, arquivarei tudo na memória do meu computador. Talvez escapem gestos ou falas importantes, elipses estas que resultarão de preguiça e algum desleixo; e, por outro lado, é provável que eu inclua ações e alocuções inúteis.

Os verbetes referentes a diários, journals e similares enchem várias páginas de qualquer enciclopédia. Os limites classificatórios desses textos são vagos. Numa firula taxinômica eu diria que não podem ser considerados diários, como muitos o fazem, o A Journal of the Plague Year, do Defoe, ou o Diário de um sedutor, do Soren Kierkegaard, que mais me parece um romance epistolar, assim como as Confissões, de Santo Agostinho, ou as Confissões de um comedor de ópio, do de Quincey, que devem ser rotulados como literatura confessional. Quatro exemplos apenas, em uma miríade possível.


Texto extraído do livro “Diário de um fescenino”, Cia. das Letras – Rio de Janeiro, 2003, pág. 11.
Na vitrola: Lenine - Todas elas juntas num só ser

Gabi às 6:36 PM

Quarta-feira, Dezembro 19, 2007



Gabi às 11:03 PM

Quinta-feira, Dezembro 13, 2007

Travessia e Eu



Eu sou uma pessoa musicada.
Minha vida é pautada e marcada por musicas.
Travessia do Milton é a musica que mais me arrancou lágrimas na vida.
Sabe aquele ato masoquista que alguns tem de ouvir musicas de arrancar o coração em momentos turbulentos?
Bem, eu tenho.
E Travessia está sempre na playlist.
Choro e ainda de boca aberta cantarolo:
Solto a voz nas estradas,
Já não quero parar
Meu caminho é de pedras,
Como posso sonhar
Sonho feito de brisa,
Vento vem terminar
Vou fechar o meu pranto,
Vou querer me matar

Aí aquela calma esquisita que a gente sente depois de chorar muito, me invade e eu volto a mim mesma.

P.S: Pra quem como eu gosta, leia essa noticia.
Na vitrola: Milton Nascimento - travessia

Gabi às 6:15 PM

Domingo, Setembro 16, 2007

Pausa



Tenho muitas coisas a dizer, mas ainda não é a hora.
Sabe como é?
Bem, aguardem.
Coração aberto no proximo post.
Na vitrola: Barão Vermelho - Quando você não está por perto

Gabi às 8:30 PM

Quarta-feira, Agosto 29, 2007

Tcharammm!!!!



Há duas semanas eu tenho vivido coisas bem engraçadas.
Sim, engraçadas, já que decidi rir dos joguinhos que a vida resolveu fazer comigo.
Semana passada encontrei o menino (hoje, homem) por quem eu passei a adolescência toda apaixonada.
Eu fui dar a aula pra um colega que teve um problema e tcharam!!!
Lá dei de cara com o menino, que veio para a aula que eu daria.
Meu lábio inferior tremeu por 5 segundos, enquanto isso, eu pensava que o tempo é um velhinho doido, que usa cuecas o dia inteiro e fuma charutos...
Passado os 5 segundos e o lábio já calmo, sorri e começamos a conversa.
Aquela coisa, “nossa! Quanto tempo!”, “como está a sua vida?” blablabla...
Confesso que quase nem lembro das respostas que ouvi e dei, só fiquei feliz por saber que sim, a vida tem sido bem camarada comigo.
Na vitrola: The Guillemots - Trains to Brazil

Gabi às 11:08 AM

Domingo, Agosto 12, 2007

Mega sena por favor?



Não me leve a mal...
Bem, pensando bem, me leve a mal se quiser...
Dinheiro é bom, não salva a vida de ninguém claro, mas dá conforto e alivio...
Mega sena acumulada.
Fiquei a pensar no que eu faria com toda essa grana...
Hoje, domingo, eu com a roupa do corpo, pegaria um avião (rezando pra chegar ao destino) passaria em São Paulo pra ver alguém e rumaria pro mundo.
Passaria meses viajando.
Longe de tudo...
Mega sena, por favor?
Na vitrola: Orquestra Imperial – Beija-me

Gabi às 2:37 PM

Sábado, Julho 21, 2007

Eu gosto de homem, não preciso de homem.



Ouvi essa frase essa semana na TV e parei de zapear naquele instante.
A mulher em questão falava que homem era um acessório e dentre as mil e três explicações , ela veio com essa.
A segunda parte da frase, confesso, me inquietou.
Sem a menor vergonha de admitir, eu preciso de homem sim.
Não preciso, como preciso de sono, água, banho quente e energia elétrica.
Mas preciso.
E eu escolhi e escolho precisar.
É lógico que eu posso entre tantas coisas, alcançar a ultima prateleira do mercado, me defender de cantadas idiotas, entrar sozinha numa festa, ou se necessário, trocar o pneu de um carro, mas eu escolho precisar deles.
Eu posso fazer muitas coisas sem homem, mas eu prefiro com eles.
Seja ele quem for, seu amigo, seu pai, seu primo ou seu amante.

Na vitrola: Blondie - One way or another

Gabi às 10:11 PM

Quarta-feira, Julho 18, 2007

Versos



Sim, quando me quiseres estarei aqui.
Não tenho dúvidas. Nem tenho vergonha de estar disponível.
Te quero.
Me queira.
Por favor, me queira.
Um dia, por favor, me ligue. Me deseje sem que para isso eu tenha que demandar desejo.
Eu te desejo muito. Tu sabes. Só quero que me deseje.
Não quero te ligar. Quero que o telefone toque e seja você.
Ah, é tudo o que quero.
E não, não, esse texto não quer ser literatura. Quer ser só um desabafo.
Desabafo de uma mulher que quer que o telefone toque.
Que o tintilar do telefone tenha barulho de desejo.
Que quer que do outro lado da linha haja um homem ansioso.
É o que essa mulher quer.
Não quero mais só o meu desejo.
Não quero mais os meus dedos movendo o teclado do telefone.
Te quero.
Mas vou tentar só te querer quando você me quiser.
Prometo.
Na vitrola: Blondie - Call me

Gabi às 11:57 PM

Segunda-feira, Julho 09, 2007

A contraditória Gabi



Eu sou contraditória, já me disseram...
Eu falo palavrão, olho a bina do celular e não atendo as vezes, já menti que gostei de algo quando detestei, cometi delitos e entre tantos pecados, eu já votei no Lula.
Eu não sou um bom exemplo.
É claro que essa faceta é só uma das mil coisas que fazem parte de um todo.
Eu sou leal, companheira a toda prova generosa e muito esforçada.
Esforçada?
O que é isso? – já ouvi mil vezes isso...
Eu sou capaz de me moldar com pouca dificuldade.
Suporto coisas que poucas mulheres suportam e sim, cedo e relevo coisas que não pegaria bem confessar aqui.
Resumindo, eu sou mulherzinha pra caramba
Posso ser aquela Amélia que era mulher de verdade e depois de assar o bolo, assar a cabeça de um, no mesmo forno quente.
Contraditório, eu sei.
Mas quem não é?

P.S:Ouvindo a sempre boa Queer do Garbage. Pegue a letra!
Na vitrola: Garbage - Queer


Gabi às 3:04 PM